domingo, janeiro 30, 2005

Encontro à vista!

Sugeri hoje ao meu pai a possibilidade de ele organizar um 4º encontro da família Roseira em Julho deste ano. Disse que sim!
Além da constatação de que já passaram quase 8 anos desde o encontro anterior (o que é sem dúvida tempo demais), seria na minha opinião especialmente adequado fazê-lo este ano, pois a 3 de Julho comemoram-se 190 anos do casamento de António Rodrigues e de Umbelina Lopes. Como foram estes os pais da primeira geração de Roseiras, pode-se considerar ser aquela a data que simbolicamente marca o início desta família.
Espero poder avançar em breve com mais pormenores acerca deste novo encontro!

terça-feira, janeiro 25, 2005

Curiosidades

Um aspecto curioso nas pesquisas familiares são os milhares de datas que se vão acumulando num ficheiro "Word". Para vos dar um exemplo, resolvi hoje "pedir" ao computador que me encontrasse todos os "25 de Janeiro" ligados à família Roseira. Eis os resultados:
- 1912 - nomeação de Domingos Pereira Dias (marido de Umbelina do Carmo Roseira) como escriturário da Câmara Municipal - no Porto;
- 1925 - casamento de Manoel Maria Lopes Roseira e de Maria da Conceição Neves - no Recife (Brasil);
- 1926 - falecimento de Ludovina da Costa (viúva de Luís Rodrigues Lopes Roseira) - em S. Martinho de Anta (Sabrosa);
- 1965 - nascimento de Isabel Maria Guedes de Macedo Girão (minha irmã!) - no Porto;
- 1997 - casamento de Maria Gil Roseira Ribeiro e de Carlos Augusto Rodrigues Pinto Aragão - em Matosinhos.

quarta-feira, janeiro 19, 2005

Há cem anos...

Encontrei novidades nas pesquisas que ando a fazer na Biblioteca Municipal do Porto. Era tradição familiar dizer-se que o Simão Lopes Roseira (irmão do Luís que foi notário em Lamego) tinha ido para S. Tomé e Príncipe, onde nasceram os filhos. Na verdade, ele integrou o quadro de funcionários públicos do Ministério do Ultramar, mas começou por ir para Luanda, onde se manteve como funcionário dos correios durante pelo menos 2 anos. Por despacho de 23 de Maio de 1905, foi então transferido para igual posto em S. Tomé - estamos portanto em vésperas de comemorar o centenário da chegada dos Roseiras à ilha de S. Tomé!...

domingo, janeiro 16, 2005

Origem


Covas do Douro, lá ao longe, na sua "cova", no Douro...
Será imaginação minha, ou consegue-se ouvir o silêncio?

sexta-feira, janeiro 14, 2005

A abrir...

O primeiro documento oficial em que é usado o apelido Roseira data de 29 de Fevereiro de 1844. Trata-se da inquirição "de genere" do futuro padre António Joaquim Lopes Roseira, realizada em Braga naquela data. Essa inquirição era obrigatória para todos os candidatos a padre, e consistia numa pequena investigação genealógica para garantir a inexistência de antepassados considerados "indignos" sob diversos pontos de vista.
Ora aqui está um belo começo!